Blog da Rosinha

“Dá-lhe, dá-lhe, dá-lhe, ÔÔÔÔÔÔ… Mengão do meu coração…”

Publicado por: daniellainacio em: 7 Dezembro, 2009

Ontem voltei a sentir a mesma emocao que senti quando tinha 11 anos de idade. Depois de um jogo dificil, a torcida explode em emocao, dando inicio a uma maravilhosa festa vermelha e preta. Fogos, bandeiras, camisas… O Brasil se tornou rubro-negro.

Ao onze anos nao entendia direito de onde vinha tanta emocao, tanto choro… Torcia, gritava… tudo isso acompanhando a emocao do meu pai. Hoje, um pouco (rsrsrs) mais madura, com meus 28 anos , entendo o porque de tudo isso, entendo o porque de pessoas comuns chorarem e berrarem como criancas.

Vivemos em meio a muitas desgracas. A todo momento ouve-se falar em mais um homicidio, em mais um suicidio, em mais um acidente, em roubos, sequestros etc. Alem disso, trabalhamos honestamente o mes inteiro para no final ter o dinheiro para pagar as contas e sobreviver. Quando sobra algum troco, ficamos contentes por poder presentar as pessoas que amamos. Enquanto que do outro lado, pessoas de carater duvidoso roubam de cidadaos honestos e enchem o bolso (e cuecas) com milhoes, dinheiro que os trabalhadores honestos nao sabem nem avaliar o que fariam com toda essa grana se a tivesse em maos.

Todo mundo tem que ter uma valvula de escape. E a valvula de escape do povo brasileiro eh o futebol. Nos estadios e campos de futebol somos todos iguais. Somos todos torcedores independente de credo, raca, posicao social… Estamos todos ali reunidos para torcer pelo nosso time. E quando nos deparamos com a final de um campeonato, eh como se fosse a realizacao de um grande sonho. Sonho que pode ser destruido ou realizado ao termino dos 90 minutos. 90 minutos suados, 90 minutos de angustia, de aflicao, de unhas roidas, de choro e xingamentos… E quando do apito final temos a certeza de que nosso time foi o campeao, eh o momento de se entregar e extravazar a emocao contida…

Temos futebol no mundo inteiro, os outros que me perdoem, mas as torcidas cariocas dao um verdadeiro show nas arquibancadas. Em nenhum lugar do mundo podemos ver torcidas tao emocionadas como as do Rio de Janeiro. Sou mineira, tenho um time de coracao aqui de Minas, mas quando me vejo em frente ao Flamengo, me desfaco, me despedaco e me entrego a emocao. Emocao que eh alimentada pelo grande show da torcida rubro-negra.

Parabens, Flamengo, pelo hexa campeonato!!! Parabens, torcida Rubro-negra pelo grande espetaculo!!!

Mengo !
Estou Sempre Contigo
Somos uma Nacao
Nao Importa onde esteja
Sempre Estarei Contigo

Com o Meu Manto sagrado
Minha Bandeira na Mao
o Maraca eh Nosso
Vai começar a Festa

Da-lhe,da-lhe, oooo
da-lhe da-lhe da-lhe, ooo

Mengão do Meu Coracao

A moça, a saia, a faculdade

Publicado por: daniellainacio em: 25 Novembro, 2009

Tenho andado atolada de serviço e com isso fico bom tempo sem escrever. E acaba que todo esse tempo gasto com meus afazeres me tiram a inspiração. Por isso, esse blog esta meio abandonado.

Porem, ontem recebi um email de um colega de trabalho e achei muito interessante o texto. E por isso resolvi posta-lo aqui. Nao alterei o texto original.

O autor eh o jornalista Flavio Gomes (iG, Jovem Pan, ESPN Brasil).

 

A moça, a saia, a faculdade

 

Fiz faculdade entre 1982 e 1985. Faculdade de riquinho, FAAP. Não havia sinal de movimento estudantil ali. Na verdade, com o fim da ditadura, a eleição de Tancredo e a perspectiva de diretas em 1989, o movimento estudantil se enfraqueceu e, sendo bem sincero, foi sumindo aos poucos. Minha atividade mais próxima da subversão foi vender sanduíches naturais para arrecadar dinheiro para uma festa das Diretas.

Hoje, as entidades representativas dos estudantes servem para emitir carteirinhas para a turba pagar meia-entrada em shows e no cinema. Sem um inimigo claro, que no caso das gerações imediatamente anteriores à minha era o governo militar, ficamos sem ter do que reclamar. Porque, no fundo, por conta da politização desses movimentos todos, a questão educacional foi colocada de lado por muitos anos, e deixou de ser prioridade.
Já como repórter, cheguei a cobrir algumas confusões na USP na segunda metade dos anos 80. Sem querer simplificar demais, mas recorrendo ao que minha memória me permite lembrar, o tema central era o aumento do preço do bandejão nos refeitórios da universidade. Deu greve e tudo. Muito pouco. Ainda mais porque, como se sabe, boa parte dos que conseguem chegar à USP vêm de escolas particulares, e o preço do bandejão não chegava a afetar seriamente o orçamento de ninguém.
O caso dessa moça de minissaia da Uniban poderia ser um bom motivo para despertar algum tipo de reação na molecada. De repúdio aos que ofenderam a menina, de reflexão sobre os rumos da universidade, de protesto contra sua expulsão, de perplexidade com o recuo da reitoria por razões obviamente mercantis.
Reitoria… Era palavra respeitada, antigamente. Hoje, os reitores dessas espeluncas mal falam português. A transformação do ambiente universitário em quitandas que vendem diplomas é assustadora. E os estudantes são coniventes. Não exigem ensino de qualidade, compromisso com a educação, porra nenhuma. Querem se formar logo, se possível pagando pouco, e dane-se o mundo.
Fico espantado ao observar como pensa e age essa juventude urbana entre 20 e 25 anos. São fascistóides, hedonistas, individualistas, retardados ao cubo. Basta ver o perfil da menina da minissaia no Orkut. Uma completa debilóide, mas nada diferente, tenho certeza, de seus colegas de faculdade (vejam as “comunidades” às quais ela pertence; coisas como “Gosto de causar, e daí?”, “Sou loira sim, quem me aguenta?”, “Para de falar e me beija logo”, coisas do tipo). O que, evidentemente, não dá a ninguém o direito de fazer o que fizeram com ela. Até porque são todos iguais, idênticos, tontos, despreparados, sem noção.
Aí a Uniban expulsa a menina, dizendo que os alunos que a chamavam de “puta” e queriam bater na coitada estavam “defendendo o ambiente escolar”. Puta que pariu! Como é que pode? Como podem adultos, “educadores”, que teoricamente têm um pouco mais de neurônios em funcionamento, reduzirem a questão a isso? E criticarem a menina porque ela se veste assim ou assado, anda rebolando, “se insinua”?
Pior: muitos alunos, mas muitos mesmo, defenderam a expulsão. Acham que a menina é uma vagabunda que provoca os colegas. Bando de animais, intolerantes, sádicos, hostis, agressivos. Eu nunca deixaria um filho meu estudar numa universidade frequentada por esse tipo de gente e dirigida por cretinos do naipe dos que assinaram a expulsão e, depois, revogaram-na sem revelar o motivo — aquele que nunca será admitido, o prejuízo à imagem dessa porcaria de empresa, sim, empresa, e das mais lucrativas, porque chamar um negócio desses de “universidade” é desmoralizar a palavra.
O Brasil está fodido com essas gerações que vêm por aí. Um caso desses, que poderia trazer à tona discussões importantes sobre o comportamento dos jovens, suas angústias, seus rumos, resume-se ao tamanho da saia da moça e ao seu comportamento “inadequado”, seja lá o que for isso. A educação, neste país, tem sido negligenciada de forma criminosa há décadas. O governo poderia começar a limpar a área por essas fábricas de diploma, que surgem aos montes sem que ninguém se preocupe com o tipo de gente que está à frente delas.
O que se vê hoje, graças a essas faculdades privadas de esquina, sem história e princípios, é uma população cada vez maior de “nível superior” sem nível algum. Um desastre completo. Gente que não pensa, não argumenta, não lê, não raciocina coletivamente, se comporta como gado raivoso, passa o dia punhetando no Orkut e no MSN, escreve “aki”, “facu”, “xurras”, “naum”, “huahsuahsua”, um bando de tontos desperdiçando os melhores anos de suas vida com uma existência vazia, um vácuo intelectual, sob o olhar perplexo de gerações, como a minha, que um dia sonharam em fazer um mundo melhor e, definitivamente, não conseguiram.
Somos todos culpados, no fim. Me incluo.

Torta de Limao

Publicado por: daniellainacio em: 6 Outubro, 2009

Pela primeira vez na minha vida comi torta de limao hoje. E enquanto eu saboreava cada pedaco, ficava me perguntando: “por que eu gastei 28 anos pra experimentar uma torta de limao?” E a cada mordida, me lamentava: “28 anos sem experimentar essa maravilha”.

E isso me fez refletir sobre tantas coisas prazeirosas que perdemos nessa vida. As vezes pela falta de curiosidade, as vezes pelo medo… O fato eh que a gente passa por essa vida e leva muito pouco de tudo de bom que ela tem pra oferecer.

Gastamos tempo estudando, trabalhando, juntando dinheiro e nos esquecemos dos pequenos prazeres. Prazeres como o de uma crianca ao pular amarelinha, prazeres como o de uma mae que ve o filho dizer mamae pela primeira vez, prazeres como o de um casal apaixonado que troca o primeiro beijo e prazeres como esse: o prazer de um primeiro pedaco de uma torta de limao…

tortaLimao

Design Publico

Publicado por: daniellainacio em: 2 Julho, 2009

Bom, esse eh mais um post que eu “roubei” do Chapa Branca.

Achei interessantissima a ideia. Confiram (adaptei o post):

Ano passado foram publicados no Chapa os artigos “Eyetracking. A ciência a serviço da comunicação visual” e “Descubra qual a região do seu site tem mais impacto visual“, onde foi falado sobre a tecnologia de Eyetracking que se baseia na utilização de sensores para acompanhar o movimento dos olhos, monitorando os movimentos que a pupila percorre diante de uma imagem ou de uma interface.

Esta semana a Anistia Internacional lançou nas ruas de Berlim, Alemanha, o primeiro cartaz que utiliza a tecnologia de Eyetracking como recurso de comunicação. Munido de um sensor de eyetracking, o cartaz altera a imagem quando um espectador olha para a ele. Quando as pessoas estão olhando a imagem mostrada é de um casal em perfeita harmonia. Já quando ninguém está observando…

Confiram:

violencia-domestica-anistia-internacional

Sete Vidas

Publicado por: daniellainacio em: 1 Junho, 2009

Hoje assisti a um filme que me fez repensar alguns principios e queria compartilhar com voces, afinal, eh uma questao polemica e dificil definir se certa ou errada.

Pra comecar, vou falar um pouco sobre o filme. Bom, quem ainda nao assistiu e tem vontade de assitir, melhor nao ler a partir daqui, pois ficara extremamente sem graca assistir ao filme depois de saber o final, pois o filme nos faz pensar o tempo todo uma coisa, quando na verdade eh outra completamente diferente. Portanto, aviso mais uma vez: quem nao viu e quer ver, nao leia a partir daqui. Agora, se voce ler, nao diga que eu nao avisei. Responsabilidade sua (rsrsrsrs).

Bom, o filme fala da vida de um homem que se aproxima das pessoas dizendo ser fiscal da receita e auditando essas pessoas a respeito de suas dividas com a receita. So que com o passar do tempo, percebemos que ele, na verdade, usa isso como pretexto para conhecer mais as pessoas e ajuda-las. Indo para o final do filme (minha intencao nao eh contar os detalhes), descobrimos que o ator principal (Will Smith) se envolve em um acidente de transito porque estava mexendo no celular (tratando de negocios) e acaba matando sua esposa e mais seis pessoas: ele acaba tirando a vida de sete pessoas. Depois disso, ele vive deprimido e resolve suicidar para doar seus orgaos pra salvar a vida de sete pessoas. E assim ele faz: se mata e deixa uma lista com sete nomes para que essas pessoas recebam seus orgaos (e essas pessoas sao as que ele investiga durante todo o filme pra que ele tenha certeza de que sao pessoas boas e que merecem o seu sacrificio).

Com isso, fiquei me perguntando: num caso desses, o suicidio deveria ser tratado como um crime ou como uma caridade? O cara se envolveu em um acidente e matou sete, se sentiu culpado por isso e resolveu restituir sete vidas, mesmo tendo que sacrificar a sua para isso. Comeco a entrar em conflito comigo mesma, pois sempre achei o suicidio com um dos mais tristes crimes e que a pessoa tem que estar muito desesperada e descrente da vida pra cometer um ato desses. Ao mesmo tempo, fico pensando que uma pessoa que da a propria vida para ajudar outras pessoas eh uma pessoa que tem um coracao puro e que aprendeu um dos mais importantes ensinamentos que Jesus veio nos ensinar: “Amai aos outros como a si mesmo”.

Ao contrario do que pensa a Igreja Catolica, penso que as almas dos suicidas sao as que mais precisam de oracoes e preces, por isso nao concordo com o fato de nao poder celebrar missa pras pessoas que cometeram suicidio. Nao concordo com o fato de muitas religioes condenarem os suicidas, pois devemos ter compaixao e tentar entender o que passou pela cabeca daquelas pessoas pra cometerem um ato desses. Concordo que so Deus tem o direito de tirar a vida das pessoas, sou uma defensora da paz entre os homens, defendo a punicao para assassinos, mas sou totalmente contra a pena de morte. Penso que todas as pessoas sao capazes de se arrepender e se regenerar.

Bom, fica meu questionamento pra vcs: sera que nesse caso o cara deveria ser condenado pelo suicidio? Ou ele merece o perdao divino pelo ato de caridade que ele cometeu? Reflitam e comentem…

Trabalho Voluntario: 500 casas em 10 dias

Publicado por: daniellainacio em: 8 Maio, 2009

Terca quando voltei da faculdade, so pra variar perdi o sono e fiquei assistindo aos programas da televisao. Resolvi assistir ao Profissao Reporter e o assunto do dia era Chaves de Casa, onde mostrava a saga de varios niveis sociais na luta pela casa propria. Mas uma das reportagens chamou a minha atencao: a do trabalho voluntario que acontece no Chile, onde estudantes universitarios trocam as suas ferias para ajudar na contrucao de casas populares para a populacao mais carente.

Eu achei incrivel como o projeto funciona: o governo ajuda cedendo as casas pre-moldadas (madeira) e os universitarios constroem as casas. A alimentacao eh servida pelos futuros moradores. Em 10 dias, 500 casas sao entregues para a populacao.

Isso sim eh exemplo de solidariedade e amor ao proximo. Esse tipo de ideia eh que temos que copiar…

Junte-se a esta “Gang”!

Publicado por: daniellainacio em: 27 Abril, 2009

“Roubei” esse post do blog Chapa Branca. Este foi escrito por Helio Teixeira, que eh publicitario e editor do Chapa Branca. O original esta disponivel em: http://comunicacaochapabranca.com.br/?p=5660#comment-1464.

Quando o assunto é Educação Pública, todos são unânimes (ao menos no discurso) em afirmar: “os investimentos em Educação devem ser uma prioridade de Estado”. Este aliás, parece ser o “mandamento” número UM da cartilha do bom gestor público. Apesar dos discursos politicamente corretos dos nossos gestores, há que se admitir que ainda estamos longe da situação ideal. Como bem disse o gênio Cazuza, ”a tua piscina tá cheia de ratos. Tuas idéias não correspondem aos fatos…”, ou seja, o discurso da imensa maioria desse pessoal, é pura demagogia!!!!

É preciso entender que idéias, por melhores que elas sejam, só transformam uma realidade se forem sustentadas por ações práticas e efetivas. Só o blá, blá, blá… não resolve nada!!!

O fato mais revoltante desta história trágica, é que existe uma infinidade de ótimas experiências espalhadas pelo mundo (Finlândia, Tigres Asiáticos, Suécia, Dinamarca…), que poderiam muito bem (se houvesse de fato vontade de fazê-lo!!!!) servir como inspiração para tirarmos a Educação Pública brasileira do abismo onde ela se encontra.

Semana passada, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) publicou uma pesquisa que desfaz (ao menos em parte) um dos maiores mitos em torno de um problema importantíssimo para a educação brasileira, a evasão escolar entre jovens e adolescentes. Segundo os pesquisadores da FVG, ao contrário do que se imaginava, a principal causa do abandono escolar entre os jovens não é a necessidade de trabalhar (para ajudar no sustento da família) e sim a falta de interesse na escola. Ainda segundo a pesquisa, uma parte considerável dos jovens que abandonam as salas de aula, não consegue perceber como os seus estudos podem melhorar as suas condições de vida e das suas famílias. Para eles estudar, além de trabalhoso e chato, não leva a lugar nenhum, é uma completa perda de tempo.

Ao que parece, este quadro preocupante não é um problema exclusivo do Brasil. Esta semana me deparei com uma campanha muito interessante feita pela Universidade de Johannesburg, na África do Sul, que visa combater justamente esse problema. A universidade sul-africana realizou uma pesquisa entre jovens e adolescentes em idade escolar e, para surpresa geral, chegou às mesmas conclusões do estudo feito pela FGV. Uma parcela significativa dos jovens sul-africanos, simplesmente não vêem os estudos como algo importante em suas vidas.

Para tentar fazer “a ficha cair” na cabeça dos jovens daquele país, a Universidade de Johannesburg contratou a Agência HKLM Connect que criou a campanha intitulada “Rethink education. Reinvent yourself” (Repense a educação. Reinvente-se). Além de uma excelente direção de arte, a campanha tem um conceito maravilhoso!!!!

Confiram:

Brasil Ponto a Ponto

Publicado por: daniellainacio em: 7 Abril, 2009

As Nacoes Unidas e a Uniao Europeia, com o apoio do Governo do Distrito Federal, lancaram uma nova campanha: querem saber as diversas opinioes sobre o que precisa mudar no Brasil para a sua vida melhorar de verdade.

O resultado dessa pesquisa ajudara na elaboracao do Relatorio de Desenvolvimento Humano do PNUD (Programa das  Nacoes Unidas para o Desenvolvimento).

Confiram no endereco abaixo e deixem suas opinioes.

http://www.brasilpontoaponto.org.br/

Expert em gente “mala”!

Publicado por: daniellainacio em: 1 Abril, 2009

Recebi essa reportagem de um amigo e resolvi compartilhar com todos voces.

A reportagem esta disponivel em: http://mdemulher.abril.uol.com.br/carreira-emprego/reportagem/comportamento/expert-gente-mala-401477.shtml.

Expert em gente ‘mala’!

Aprenda a lidar com os seis tipos de colegas mais irritantes que costumamos encontrar por aí e seja muito mais feliz no trabalho

Bruna Gasgon é consultora em comunicação, atriz e diretora de teatro. Por conta disso, conviveu com pessoas vaidosas, cujo ego, não raro, era bem maior que o talento. Então, resolveu usar sua experiência de mais de 35 anos e montar um curso para ajudar as pessoas a lidarem com gente muito, muito chata. Se você não se encaixa no tipo, certamente trabalha, já trabalhou ou, um dia, terá de dividir espaço com um. ‘Nem adianta mudar de emprego, a não ser que a coisa saia do controle. Você muda o elenco, mas o time continua o mesmo’, diz Bruna. Aprenda a identificar os tipos e a neutralizá-los.

Saiba como dar um chega pra lá nesse grupinho do mal

Saiba como dar um chega pra lá nesse grupinho do mal

Brucutu

É a pessoa grossa, explosiva, briguenta. Um ‘cavalo’.
Como neutralizar: Espere o acesso de raiva (dele) passar e imponha respeito. Mostre que não aceitará esse tratamento.’O brucutu é como um brinquedinho de corda: uma hora pára’, alivia Bruna.’Espere a corda acabar.’

Kid Tocaia

Suas armas: a calúnia, a inveja, a difamação. Quando confrontado, se defende dizendo ‘é brincadeirinha!’ para desarmá-la.
Como neutralizar: ‘Devolva a ironia. Ele diz que seu cabelo está horroroso? Diga que também não gostou e que vai processar o cabeleireiro!’

Sabe-Tudo

Precisa contar para todo mundo que é superior em tudo. Tem a melhor casa, o melhor carro… Não gosta de ouvir, mas adora falar.
Como neutralizar: ‘Ele precisa de platéia. Não caia na tentação de desafiá-lo e acabará agindo como ele’, aconselha Bruna.

Frente-Fria

Joga um balde de água fria em suas conquistas. É gente que anda na calçada escura da vida. Se você trocou de carro, lá vem a bomba: ‘É o modelo mais visado pelos bandidos!’
Como neutralizar: Cuidado, o tipo contamina. Ouça um pouco, diga que está com pressa e saia de fininho.

Enigma

Mais comum entre as mulheres. É a colega que se ofende por bobagem e fica dias de cara amarrada. Ela quer que você se esforce tentando agradá-la.
Como neutralizar: Aja naturalmente, sorria sempre e não pergunte o motivo da cara feia. Ela não vai dizer mesmo…

Disk-Problema

Anda com uma nuvem negra sobre a cabeça em dia de sol escaldante. Se queixa de tudo, sempre, sem parar.
Como neutralizar: ‘Apresente soluções para os problemas. Com sorte, ele até pode acatar suas sugestões. Mas cuidado para não começar a reclamar também’, alerta Bruna.

Cuidado para não virar um deles:

· Pare de reclamar dos chatos, senão, em pouco tempo, você se tornará um. Por mais absurdo que possa parecer, até os insuportáveis têm algum ponto positivo. Esforce-se para descobrir e explorá-lo

· Jamais perca a cabeça. Seja mais paciente e tolerante com as pessoas ao seu redor. É a melhor forma de conseguir a colaboração de todos

· Não tente transformar ninguém. Tente, isso sim, mudar suas atitudes diante de gente problemática. Ao reagir de outra forma, ele também vai tratar você de maneira diferente

· Não se deixe envolver e não entre para o time dos insuportáveis. Lembre-se: você é feliz. Eles é que não são.

“Meus bons amigos onde estão? Notícias de todos quero saber…”

Publicado por: daniellainacio em: 25 Março, 2009

Eh engracado como a gente sempre acha que tudo eh pra sempre. Quando somos adolescentes fazemos juras de amizades eternas, sem nem mesmo saber o significado verdadeiro da palavra eterno. E com o passar dos anos a gente percebe que esse eterno quase sempre nao existe. As pessoas somem de nossas vidas (ou a gente some das vidas das pessoas) sem saber o porque.

Sempre que algum amigo some fico me questionando: “o que fiz de errado?”. “Sera que foi alguma coisa que falei? Ou alguma coisa que fiz?”.

A correria do dia a dia acaba nos deixando sem tempo para os pequenos prazeres da vida. Mesmo trabalhando em frente ao computador o dia inteiro, nao encontramos tempo para mandar um email para nossos amigos perguntando se estao bem, como estao passando, como esta a familia…

Certa vez recebi um email (essas apresentacoes de power point que nunca leio, mas como essa foi enviada por uma amiga que nao via ha seculos, resolvi ler) muito interessante sobre gerenciamento de tempo. Nao me lembro das palavras exatas, mas neste email um professor utilizou uma garrafa, pedras, areia, cafe etc. para fazer a metafora. Ele disse que por mais cheia que estiver a nossa vida, sempre existe um tempo para um cafezinho com os amigos.

Bom, entao faco o convite: vamos tomar um cafezinho?